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Goiás recebe 136,3 mil novas doses de vacina contra a Covid-19

Foto: Divulgação                       vacina_site.png

O governador do Estado de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM) recebeu nesta manhã, 8, 136.350 doses de vacina contra a Covid-19 que serão distribuídas aos municípios do Estado. Do imunizante recebido, 59,6 mil doses são da Coronavac, entregues pelo Instituto Butantan, e as demais 76.750 são da AstraZeneca, desenvolvidas em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

Das doses da Coronavac recebidas, 14.418 serão direcionadas à aplicação de primeiras doses e 42.402 para segundas doses. Já as da AstraZeneca, são reservadas às primeiras aplicações, 34.842 doses, e para as segundas, 38.314. O restante é para reserva técnica.

 
Doação de terreno para instalação da Fricó Alimentos em Goianésia segue para apreciação da Câmara e cidade irá gerar mais de 500 empregos diretos

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A instalação da empresa de alimentos Fricó, anunciada pelo ex-prefeito Renato de Castro ainda no ano de 2020, está um passo mais próximo da sua instalação em Goianésia, isso, porque o terreno onde a segunda unidade será construída na cidade será doado, de acordo com o projeto de lei encaminhado para a câmara nesta terça-feira, 31 de Março. O encontro contou com a presença do prefeito Leonardo Menezes, e dos responsáveis pela Secretaria de Indústria e Comércio, os secretários, Carlos Cardoso Filho, e o adjunto, Guilherme Fiúza.

A votação para a doação da área, apresentada pelo poder executivo municipal, será apreciada pelos vereadores, que devem votar favoravelmente. Agora, próximas etapas virão, como os estudos técnicos para início da construção da unidade e, posteriormente, contratação de empresas que deverão gerar emprego e renda de forma indireta, já mesmo na construção da indústria alimentícia.

A estimativa é que mais de 500 empregos diretos serão gerados com o funcionamento da Fricó Alimentos em Goianésia, o que influenciará positivamente a economia do município, atraindo novos investidores para a produção de insumos e matéria prima que atenderão a unidade. Estudos apontam que granjas para criação de porcos e galinhas foram criadas em decorrência do funcionamento e demanda da primeira unidade da Fricó, localizada próximo à capital.

“A renda não ficará restrita somente aos funcionários que serão contratados pela Fricó, mas alcançará muitos outros que, por conta da instalação desta unidade, terão condições favoráveis ao empreendedorismo, permitindo, assim, que empresas paralelas gerem empregos indiretos”, explicou o secretário de Indústria e Comércio, Carlos Filho, a respeito do impacto positivo que a instalação da Fricó Alimentos causará em Goianésia.

O vereador e presidente da Câmara Municipal de Goianésia, Fábio Oliveira dos Santos, afirmou que o Poder Legislativo está pronto para somar forças com o Poder Executivo, sempre pensando no cidadão e no bem de todos. A expectativa da Prefeitura de Goianésia é que a economia da cidade fique mais forte com a chegada da empresa, sobretudo, o comércio de rua, que compreende as lojas de diversos segmentos.

O prefeito Leonardo Menezes, já comemora a conquista, que deixa Goianésia, mais próxima da concretização de um sonho, como o mesmo mencionou durante a sua fala durante a sessão na Câmara Municipal: “Eu tenho certeza que nossa cidade terá condições de receber várias outras empresas, além da Fricó Alimentos, e nós vamos continuar trabalhando para que sejamos referência em emprego, desenvolvimento e renda em todo o Estado de Goiás”, afirmou.

 
Câmara municipal de Goianésia aprova projeto de lei que permite compra de vacinas para o combate ao coronavírus

Foto: Assessoria de Comunicação - Câmara de Goianésiacapa_site_copia.png

Na tarde desta terça-feira, 30, durante sessão extraordinária, os vereadores da Câmara de Goianésia aprovaram o Projeto de Lei N° 012/2021 que autoriza a prefeitura abrir crédito especial de R$ 2 milhões na Lei Orçamentária, sendo R$ 1.850.000,00 (um milhão oitocentos e cinquenta mil) para compra de vacinas e R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil) para aquisição de insumos e contratação de serviços contra Covid-19.

Dentro deste projeto, os vereadores autorizam também a prefeitura a participar do consórcio entre os municípios, que tem como missão adquirir vacinas para a população.

Segundo o Presidente da Câmara, Fábio da Enigma, MDB, “É um passo importante que o Poder Legislativo está dando. Nós, vereadores, estamos unidos pela vida, apesar das nossas divergências políticas partidárias”.

O prefeito Leonardo Menezes participou da sessão e agradeceu aos vereadores pela parceria. Ele acrescentou que desde o momento que o STF decidiu que municípios podem adquirir vacinas, está trabalhando para tornar isso possível.

 
Informe publicitário - Câmara de Goianésia

Foto: Assessoria de Comunicação - Câmara de Goianésiacampanha covid-19 camara goianesia okok

 
Prefeito Leonardo Menezes segue decreto de Caiado e Goianésia suspende atividades econômicas não essenciais por 14 dias

Foto: Marcelo Negrão / Revista Os Três Poderes Leo_site_cópia.png

 

Em decisão tomada na manhã de quarta-feira (17), o prefeito Leonardo Menezes (DEM) decidiu que Goianésia seguirá na íntegra o decreto do governador Ronaldo Caiado (DEM), que determinou a volta de revezamento das atividades econômicas no estado para evitar o avanço da Covid-19.

O novo decreto retoma o modelo “14 por 14”: duas semanas de suspensão das atividades econômicas seguidos por outras duas de funcionamento.

 

Enquanto estiverem no período de funcionamento, as atividades econômicas em geral devem seguir “os protocolos expedidos pelas autoridades sanitárias”, sempre com uso de máscaras, deixando disponível álcool gel para funcionários e clientes, além de manter o distanciamento social – continuando proibidas aglomerações.

 

Nesse período de atividades suspensas, o que é considerado essencial deve continuar funcionando normalmente: farmácias; clínicas de vacinação; laboratórios de análises clínicas; estabelecimentos de saúde; hospitais e clínicas veterinárias – mas não estabelecimentos comerciais de insumos e gêneros alimentícios pertinentes à área; cemitérios e serviços funerários; distribuidores e revendedores de gás; postos de combustíveis; supermercados e congêneres – não se incluindo lojas de conveniência; restaurantes e lanchonetes apenas para entrega, pegue/leve e drive-thru – proibido consumo no local; estabelecimentos que atuem na venda de produtos agropecuários; agências bancárias; casas lotéricas; serviços de call center restritos às áreas de segurança, alimentação, saúde e de utilidade pública; atividades de informação e comunicação; escritórios e sociedades de advocacia e contabilidade – mas sem atendimento presencial; fornecedores de bens ou de serviços essenciais à saúde, à higiene e à alimentação;
transporte coletivo e privado, incluindo as empresas de aplicativos e transportadoras; segurança privada; empresas de saneamento, energia elétrica e telecomunicações; assistência social e atendimento à população em estado de vulnerabilidade; obras da construção civil de infraestrutura do poder público; borracharias e oficinas mecânicas; restaurantes e lanchonetes instalados em postos de combustíveis; estabelecimentos que estejam produzindo, exclusivamente, equipamentos e insumos para auxílio no combate à pandemia da Covid-19.

O decreto estipula que todos os estabelecimentos que estiverem funcionando comercializem somente o que é considerado básico, sendo que “os produtos não-essenciais não poderão permanecer expostos à venda ou deverão ser identificados como vedados para venda presencial”.

 
Fábio da Enigma defende que sejam distribuídas senhas para evitar que pessoas passem a noite nas filas de vacinação

Foto: Marcelo Negrão / Revista Os Três Poderesvereador fabio da enigma 03

Observando o fenômeno que está acontecendo atualmente, com pessoas idosas passando a noite dentro de carros na fila para serem vacinadas contra Covid-19, o presidente da Câmara, vereador Fábio da Enigma (MDB), propôs por meio de requerimento de urgência que a secretaria de Saúde distribua senhas no dia anterior ao da vacina.

O objetivo, de acordo com o vereador, é evitar que as pessoas pousem dentro de veículos, à espera do imunizante. “São pessoas idosas, em sua grande maioria com alguma comorbidade. Passar a noite dentro de um carro pode afetar a saúde delas, além de ser algo perigoso”, destaca o parlamentar.

“A logística que proponho é: o grupo que terá direito a vacina amanhã, por exemplo, possa ir hoje ao posto de vacinação e retirar sua senha. Aí vai para casa, pode dormir tranquilamente e só volta amanhã, no horário marcado”, explica.

Fábio foi além e disse que o ideal seria dividir a cidade em quatro regiões, com um local de vacinação em cada uma delas. “Evitaria que se formasse aglomeração e a pessoa iria ao posto mais perto da sua casa para tomar a dose da vacina”, concluiu.

 
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